Resenha - Quando Nerds encontram Orcs

Olá pessoal, como vão vocês?

Resenha nacional hoje hein? E o melhor, alguém aqui já se imaginou em um "mundo" de RPG?

Quando Nerds encontram Orcs
O que você faria, se fosse capaz de entrar em seu jogo de RPG favorito?Improváveis amigos se reúnem para uma partida de RPG, quando são, de alguma forma, transportados para dentro do jogo. Agora, eles se veem em uma difícil tarefa de terminar o jogo, lidando com orcs e elfos reais, com consequências trágicas. Desta vez a expressão “fim de jogo”, nunca foi tão ruim.








RESENHA:
Preparem-se para jogar! Calma! Não é bem um jogo, é algo real em que um Game Over não é legal...

Puxem minhas orelhas se quiserem, porque a resposta é quase nunca joguei um RPG, não é que não goste, mas depois deste mundo literário meus hobbys são outros - como ler, dar atenção ao blog e por incrível que pareça, colorir, escrever e me acharão mais maluca, estudar - mas sério, estou apaixonada mesmo com este universo criado pelo Elias, têm todo potencial para um maravilhoso escritor.

Um livro, uma turma de seis amigos e um garoto com histórias infantis querendo que se transforme em realidade... será que brincar com a vida das pessoas é tão legal assim?


Gabriel é um garoto completamente nerd, para transformar suas fantasias em realidade, utiliza o livro de seu avô, um RPG de mesa e chama os fanáticos do jogo - nem todos, aliás - sendo o Heitor, ladrão. Magali, elfa negra. Alex, forte. Caio, cavalheiro, Phillip, um mago e a Celina, que nem fazia ideia de como se jogava, como uma mercenária ótima em armas de arremessos.

Heitor ficou empolgado porque Magali, sua ex namorada, estaria na partida. Chamou Phillip e Alex. Caio era grande amigo de Magali e Celina gostava muito de Heitor, acho que era mais proteção - ou ciúmes - saberão se lerem o livro.

A partida começa e adivinhem? A história se torna real, encontram Orcs, lutam com diversos seres do universo RPG, conseguem ajuda de grandes magos, como Ido e o mercenário, Tales. Brigam e a que mais gosta de tudo é a Magali, sempre louca atrás de pontos, a Celina já não gosta, acha totalmente louco tudo que esta ocorrendo.

E você, o que faria no lugar deste grupo? O que faria se estivesse em um jogo RPG?

"- Ninguém fica velho de verdade. Um homem, não passa de uma criança alta! Vergonha é viver uma vida de acordo com o que esperam da gente, e não como realmente queremos - Heitor já estava muito impressionado com as ideias do mercenário." Pág 91.

Novidades da Tribo das letras - Selo Métrica

Olá!

A novidade de hoje é da lindona Tribo das letras, uma das editoras parceiras aqui do blog.
Venham conferir as maravilhosas novidades, seja leitor, autor ou bogueiro, eu amei e vocês também vão gostar!

Para quem não sabe, o selo Métríca foi criado para autores nacionais que deseja ter seu livro em todas livrarias e que também buscam atendimento profissional e diferenciado.

Ei! Você aí! Isso mesmo, você?! Esta pode ser sua chance de publicar àquele livro que está guardado a muito tempo. O selo Métrica foi criado com intuito de apoiar o autor que está começando a trilhar seu caminho. O selo está sempre em busca de novos talentos.
Tudo contando com a qualidade de uma editora tradicional. Não cobram para publicar!

Para o leitores, ainda há uma surpresa bem bacana. Para saber que gênero estão adquirindo, existem três categorias:

Métrica Pink: Romances leves e bem humorados.
Metrica azul: Fantasia e Ficção de dez a sessenta anos.
Métrica vermelho: Romances picantes para você que adora uma leitura mais ousada. Ui!

Resenha - O voo da libélula

Olá pessoal!

A resenha de hoje é até um pouco assustadora depois do acidente que ocorreu com Airbus. Bem, continuem lendo!

O Voo da Libélula
Agraciado com 4 prêmios na França, entre os quais o Prix Maison de la Presse e o Prix du Roman Populaire, O voo da libélula teve seus direitos vendidos para 25 países e ganhará uma adaptação cinematográfica.Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente: uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da paternidade.Numa época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um detetive particular, para descobrir a verdade.Dezoito anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que possa revelar a solução do caso, ele é assassinado.Após ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver um mistério cheio de camadas e reviravoltas.Em O voo da libélula, o leitor é guiado pela escrita do detetive enquanto acompanha a angustiada busca de uma garota por sua identidade. 

  • Titulo: O voo da libélula
  • Autor(a): Michel Bussi
  • Editora: Arqueiro
  • Número de páginas: 400
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  • Classificação:

RESENHA:
Sabe àquele livro que você não consegue desgrudar? O voo da libélula é um deles! O autor instiga de início ao fim, sabe como redirecionar a história, construiu muito bem as personagens e principalmente, criou um fim espetacular.

Um avião com 169 passageiros que inesperadamente perdeu altitude, desviou seu curso e bateu em uma montanha... Duas bebês estavam no avião, uma sobreviveu, mas qual delas?

Antes de se perguntarem como não puderam saber, a questão é esta: Os familiares da família Vitral e Carville ainda não conhecia o bebê, a não ser a família Carville que havia recebido uma foto, mas não mostrava o rosto do neném... Em uma época onde não havia exame de DNA, como poderia saber à quem o bebê pertencia? Policiais, peritos, familiares e até mesmo o detetive Grand-Duc que foi contratado pela família Carville, tantarão descobrir se o bebê sobrevivente era a Émilie Vitral ou Lyse-Rose Carville.


Imaginem que a única coisa que poderia usar para ganhar a guarda da criança, eram os fatos... E se, na verdade, a criança crescesse em uma família diferente da que realmente pertence? Isso ocorreu com Lylie, como era carinhosamente chamada. Não sabia quem era, qual família pertencia e o pior, apaixonou-se pela seu irmão? Ou até mesmo, transformou sua irmã, Malvina, em uma louca? Uma garota perdida, sem saber quem realmente é desde quando sobreviveu ao acidente de avião.

Grand-Duc teria até os dezoito anos para solucionar o caso, ele tentou e muito, mas perto do aniversário de Lylie, ainda não tinha descoberto nada, por isso, escreveu um caderno com todas as informações para a Libélula antes de se matar... Conseguiu descobrir em último momento, abrindo o jornal da época em que ocorreu o acidente. O que era? Só sabemos ao final do livro e somente lendo para descobrir.

"Sobraria aquele caderno, aquelas cem páginas redigidas ao longo do últimos dias. Para Lylie, para Marc, para Mathilde de Carvalle, para Nicole Vitral, para a polícia, para os advogados, para quem quisesse mergulhar naquele abismo..." Pág 14.

Marc Vitral recebe o caderno de Lylie, agora cabe a ele descobrir os mistérios e salvar uma vida. 

A única coisa que alguém deveria ter feito, era ter lido o jornal de 1980, dezoito anos depois para então, solucionar o caso...

Douglas MCT e Editora Empíreo lançam projeto de financiamento coletivo para coletânea de terror

Olá pessoal!


A Editora Empíreo publica livros maravilhosos, além de um ótimo conteúdo no trabalho, há também o capricho da editora e autores. Seguem uma maravilhosa informação da editora abaixo:


Livro de contos angaria apoio através de projeto publicado no Catarse
A Editora Empíreo e o escritor Douglas McT anunciaram na terça-feira (31) o projeto de financiamento coletivo do livro “Eles não estão em casa” através do site Catarse. A coletânea trará 13 histórias de fantasia, terror, steampunk, suspense psicológico e ficção literária em um pocket de luxo capa dura. O projeto gráfico é de Marina Ávila e ilustrações de Zakuro Aoyama.

Resenha - O jogo das perguntas

Olá pessoal!

Como foi fim de semana de vocês? O meu foi ótimo, fui igual bombril com mil e uma utilidades, fiz diversas coisas e foi bem proveitoso...

Hoje a resenha é de um livro para lá de legal e que me deixou maluca por ficar pensando nas respostas. 
Leiam e saibam mais!

O jogo das perguntas
Com mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos, O jogo das perguntas se tornou um fenômeno ao levar os leitores a refletir sobre seus princípios e valores.Abordando diversos assuntos – como amor, dinheiro, sexo, ética e tecnologia –, este livro estimula o crescimento pessoal, ajuda a aprofundar seus relacionamentos e é um ótimo passatempo para quando você estiver sozinho no carro ou num jantar com seus amigos e familiares.Nas 291 questões polêmicas que encontrará aqui, você será convidado a explorar o mais fascinante dos temas: você mesmo e a maneira como lida com a vida.Você reescreveria a redação de seu filho no vestibular se isso garantisse a ele uma vaga na melhor universidade? Estaria disposto a abrir mão de sexo durante um ano se isso lhe garantisse paz interior?Pergunte. Reflita. Debata. Sem oferecer uma resposta sequer, este livro vai desafiar suas crenças e, quem sabe, mudar a maneira como você enxerga o mundo e as pessoas à sua volta.
  • Titulo: O jogo das perguntas
  • Autor(a): Gregory Stock Ph.D
  • Editora: Sextante
  • Número de páginas: 192
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Resenha:
Gregory criou um livro fabuloso, que nos faz questionar sobre tudo em nosso cotidiano, seja nossos ou até mesmo, do próximo.

Muitos não devem se lembrar, mas os pais devem ter citado como foi chato a fase das perguntas de cada um de vocês na infância e uma coisa descobri, são elas que movem o mundo, não as respostas.

O livro é composto das cento e noventa e uma perguntas mais "cabulosas" que te deixa espantado e em um beco sem saída para responder... Por exemplo: 


E aí, como explicaria ao teu filho?